quinta-feira, 6 de junho de 2013

Meu relato de leitura e escrita.



Acredito que a minha experiência com leitura  não difere tanto assim. Minha leitura era realizada em livros de pesquisa, que meu pai comprava. 

Para ele, estudar um filho era fundamental e obrigatório a todos os filhos. Muito curiosa e sem respostas em casa, folheava aquilo com prazer. Outra fonte era revistas e HQs que sempre alguém trazia para casa.
Porém a minha lembrança mais prazerosa foi na Universidade: Professor Emílio Sampaio (Lit. Port.), adentrou a sala no seu primeiro dia conosco recitando Camões: 

O Amor é fogo que arde sem se ver. A sala emudeceu olhos atentos o acompanhavam e ao final: palmas, palmas e mais palmas. Inesquecível.

A escrita teve fatos mais marcantes. Lembro-me da primeira série em que ao escrever o cabeçalho, mudava o ano e não apenas o dia. Dona Leila, boníssima, com toda calma orientou como deveria ser feito.

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